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domingo, 26 de outubro de 2014

Sonhos efêmeros.

Pobres almas vazias debruçadas num balcão de bar, à noite os devora junto com sua melancolia disfarçada por um sorriso amarelo e escroto. É dos copos cheios, da fumaça que os devora, que sonhos utópicos nascem, crescem e morrem, que esperanças brotam, naquele instante junto á sua embriaguez és um ser corajoso, tudo é real.
Seus pecados mais insanos vem á tona quando se está de ressaca, tudo se torna exasperante e ridículo. Desnuda sobre a cama, o mundo é um lugar  desprezível de putos e putas que coexiste com a sanidade. Junto á sua ressaca, tua mulher é apenas um respaldo.
Menos que um terço é você, pensando em sanar o passado, foder o presente e quem sabe assim saturar o futuro. No limiar do dia, és menos que os vermes que devoram os corpos, és de novo, igual e vazio. 

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