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domingo, 6 de novembro de 2016

Ás vezes, quase sempre.

Quando penso em você, meu coração implode, se dissipa; torno-me então minimalista. De repente, sou quase tudo. Sou arte abstrata. Sou poemas de Cortázar. Sou melodia de Luiz Bonfá. Sou as primeiras gotas de chuva, início de julho. Sou os segundos capturados de um momento feliz. Sou pintura urbana, nos muros da cidade, da tua rua. E quase sempre, meu bem, sou tua.

Um comentário:

  1. você escreve com tanta leveza e brutalidade.. é excepcional

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