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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Vazio quase Cheio.

Hoje eu escrevo para os cegos, para os mudos. Para quem já não me ouve e já não se encanta com um sorriso; Para quem deixou seus sonhos morrerem em pseudo-momentos; Para quem já não sente e se perde em razões paliativas, em mundos paralelos; Para quem já não entende minha fala psicodélica. Hoje, tudo que sobrou são mágoas, mentiras e um amor fodido. E o que nos resta são meias palavras, meias mentiras, meias verdades omitidas.

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